sábado, 30 de julho de 2011

E já tem dias...

Tem dias que sou nostalgia com as memórias de você.
Tem dias que agonia, outros alegria.
Tem dias que me dá até alergia, dessa coisa chamada distância que me impede de te ver.
Mas me invade de magia a esperança ardente de um dia te ter.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

(Saudade.)

Saudade mesmo.

Saudade tanta que precisa ficar destacada entre parênteses, como se fosse um dos tijolos atracados na parede.

Saudade tanta que precisa de um ponto dentro do parênteses para garantir que nenhum pouquinho dela se dissipe, que nenhum pedacinho do tijolo se solte da parede.

Tijolo de sentimento, parede do coração.

Pontuação que desafia as regras do Português.
Coração que desafia o sentimento, seu freguês.

(Saudade.)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Aos Amig@s

Este texto é para você, colecionador(a) de histórias compartilhadas, empreendedor(a) de conselhos sinceros, empresário(a) de sorrisos largos, confortador(a) dos momentos turbulentos, conversador(a) de bobagens valiosas, acalentador(a) dessa vida torta! Este texto é para você, amigo(a).


Foram-se anos. Foram-se não, ficaram-se historiografados nas memórias de nós, alguns significativos anos. Vistos de longe, pela luneta do tempo, consigo enxergar construções evolutivas de vidas compartilhadas.


Com você eu pude amadurecer, formar ou reforçar os valores humanos, sorrir, entristecer. Com você eu tive o direito de errar, reconhecer, desculpar-me, ser perdoada. E também lhe perdoei. Mesmo que não tenhamos brigado explicitamente, perdoamo-nos amigo(a), por não sermos iguais, por divergirmos em opiniões, por nos olharmos com olhares de gente que erra, de gente que aprende, de gente.


Permito-me viabilizar por meio da palavra, o agradecimento do que foi sentido, do que não é de ser escrito e mais sentido e vivido. Mas se é por esse recurso que consigo às vezes melhor me expressar, agradeço a você, amigo(a) pela história construímos.


Termino agora um ciclo, do qual você fez plena parte. Começo agora outro no qual quero que continuemos juntos, mesmo não estando mais fisicamente ao lado, na mesma cidade, na mesma casa, na mesma faculdade, no mesmo teatro, no mesmo curso. E você também, que esteve à distância por esses anos, mas sempre comigo, colaborando, compartilhando, construindo. Se o meu coração permitiu a mim denominar-lhe amigo(a), estará comigo no mesmo lugar, mesmo não o sendo físico.


Despeço-me entristecida pela distância que dói e inevitalvemente nos lança à falta. Despeço-me alegre por aquilo que vivemos, por querer que continuemos, por ser a sua amiga e você ser o(a) meu/minha.


Desejo a você, antes de tudo, o melhor de você mesmo, e também o melhor que possa vir do outro. Agradeço a você pela imensa colaboração seja ela qual foi. Deixo um abraço caloroso e vou. Mas fico.


Beijos carinhosos,

Nanda Costa.