sábado, 25 de junho de 2011

Fala, Naná!

como estão as coisas por aí? Por aqui tudo descontralado. Parece que ela, a minha vida, esqueceu-se de suas próprias características de sobe e desce, de "fases", de "tudo passa", sabe?!

É Naná, parece que não passa... Parece que me dá um abraço quente e gostoso, um biscoito recheado do que eu mais gosto, um violão! Novinho em folha... E depois solta uma baforada de desprezo na minha cara, solta da minha mão, quebra meu violão! Parece que tudo, parece que nada. Nem sei o que parece mais.

Ai, que essa ansiedade quase me mata! Se eu ainda tivesse amor de amor... De amizade eu tenho, de família eu tenho, de animal eu tenho. E me acalma mas não me basta. E amor de amor? Já se passaram tantos meses, né.

Naná, fala pra mim que o que eu procuro e não acho se esconde ainda em algum lugar, que esses momentos tortos se endireitam e que "esperar" é dom que ainda tenho. Naná!!! Fala pra mim que isso passa, porque eu me esqueci. Mas deixa aqui o que pode ficar, desanuvia minha vista confusa, faz a minha paz com ela, a minha vida.

Ai, que se eu tivesse agora suas palavras, que se você existisse Naná, pra me dizer o que lhe peço, eu pudesse de algum modo existir.