terça-feira, 16 de novembro de 2010

Desenvolvendo o "despertar"

Olá pessoal! Depois de alguns dias sem postar, voltei para dar continuidade ao meu texto. Confesso que andei observando algumas relações estabelecidas por essa vida afora: em filmes, em livros, na minha vida e também na vida de outras pessoas. Sendo apenas uma pesquisa pessoal, sem maiores julgamentos, tirei algumas conclusões.

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Voltando na citação de "O Pequeno Príncipe", do post anterior, vale ressaltar: como dói quando as pessoas nos cativam e depois desaparecem, né?
Vêm, conquistam, passam a ocupar o lugar mais especial que um ser humano pode ter, trocam experiências conosco, ensinam tantas coisas, dão-nos a oportunidade de ver como é gostosa a sensação de ter aprendido algo conosco, marcam e algumas vezes vão embora. Por diversos motivos... Alguns compreensíveis. Outros, nem um pouco. Podem até não ter ido em presença, podem continuar ali, do lado, e ainda assim percebermos que já não estamos ali, dentro. Porque algo mudou.
Deixam o gosto amargo da demonstração de que o carinho não é mais o mesmo, o afeto não é mais o mesmo, o que era antes, hoje já não o é. Porque algo mudou.
Outras vezes ainda, nós é que fazemos isso com as pessoas. Vamos nos afastando, conhecendo outras pessoas, criando novos laços, elaborando novos sentidos de vida, criando novas perspectivas. Porque algo mudou.
Mas não é porque algo mudou (e sempre muda) em mim, em você, nos nossos amigos, nos nossos familiares, que temos o direito de machucar a quem cativamos, sem o mínimo de atenção. Sem olhar para as pessoas de quem gostamos e que gostam de nós e ver se elas precisam da gente, se elas sentem falta, se estamos dando o devido valor a quem nos cativa e a quem cativamos.
Quem é especial para o outro, não precisa necessariamente ouvir ou dizer que o é, pois já está explícito nas atitudes que tomam. No que demonstram. Não deixam espaço para dúvidas.
Uma das músicas que mais gosto, diz exatamente isso ("More Than Words" da banda Extreme).
Se chegamos a duvidar, a querer ouvir, por insegurança, talvez os nossos cativadores precisem mudar de atitude. E do mesmo modo, se nós, cativantes, somos cobrados em palavras e presença, talvez também devamos nos atentar aos nossos atos.

(...)

Fica aqui a reflexão. Até a continuidade...

Beijos da Nanda.

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