segunda-feira, 21 de junho de 2010

Amerzade

A amerzade me xinga de tudo quanto é coisa que você pode imaginar! Idiota, imbecil! Ela me manda calar a boca! A todo tempo ela faz chacota!
Faz chacota comigo, faz chacota de mim, faz dela mesma!
Mas eu também não deixo barato e boto a danada pra pagar uns bons de uns trocos! “Sua cachorra!”.
Com a amerzade eu tenho a tranqüilidade de às vezes deixar um trabalho pra mais tarde, pra conversar sobre a vida, falar de nossos signos, pra descobrir coisas sobre a nossa personalidade, pra rir da vida alheia, da nossa, e pensar no quanto estamos ferradas. Sem culpa. Porque a vida não vai passar, ela está passando e não pode ser só seriedade não. Aaaah! Quem é que nunca deixou uma obrigaçãozinha de lado para o próprio bem? Nem que seja pra um leve inflar do ego?
Quando é preciso a amerzade me dá um puxãozinho de orelha! E eu dou nela. Ela já riu comigo, já chorou comigo, já me perdoou quando eu pisei na bola com ela, já me fez pensar na vida e nas besteiras que faço, já me fez agir na vida, já me marcou com coisas boas demais! Tão boas que me fez até esquecer alguma irritaçãozinha, ou um ‘aff’ de momento. Mas nem sei se ela sabe! (Agora sabe...)
Eu acho engraçado quando a amerzade para pra pensar no futuro e diz: “quando eu for casada, lá pelos meus 40 e poucos, vou falar de fulano e fulana para os meus filhos... e vou falar: ‘nossa! O que será que foi feito dele (a)’”. Eu gostaria demais que lá pelos 40 e poucos, ela se lembrasse de mim. Mas aí que ela pegasse o telefone, ou fosse lá em casa e dissesse: “oi Nabo! Falei esses dias para os meus filhos de você... A gente riu um bocado!”.
Sempre que toca música daquela banda eu me lembro dela! Aí eu me lembro de ela falando do “fulaninho” ou do “fulanão”. Fulanos que mexem com o coração ou outras coisinhas referentes a ela! Haha! Os flerts na rua com desconhecidos bonitões, os Milk-shakes de domingo, os papinhos engraçadinhos de num sei o quê, as horas de orelhinhas vermelhinhas a queimar (as dos outros, claro!), a falta de adrenalina, ou a adrenalina em excesso, as confissões, as coisas que "acho desnecessário!!!", as delicinhas e as porcarias em comum, e as que são totalmente opostas: não dá para deixar isso de lado, como somente uma amizade a mais, que um dia vai se perder no tempo.
Não declaro eternidade no tempo do “para sempre”. Mas que agora, neste instante, há eternidade... Isso há!
Eu sei que você está aí lendo, toda instigada, nervosinha e p* comigo, pensando que p* de palavra "amerzade" que é essa!
Aaaah amerzade! Você que não sabe o quanto é especial e importante pra mim. Você que não sabe o quanto me marca e como me faz sentir bem ao seu lado! Eu realmente gosto de você! Olha amerzade, não esquece não, tá?! Pra mim, você é amizade de verdade. Amizade-verdade. Minha querida “amerzade”.

Ps.: (não leiam!) Tamo junto meirmão! pá selvageria e pu crime! Ó... gatinha selvagem, conheço só uma! Confessa aí, que você "me ama loucamente!" hahahahahaha

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